"Dádiva!

O nascer do Sol derramou luz na janela da alma, aclarando os espíritos. Ilustrando a sombra de reflexo que subitamente pairou sobre eles. Num ritmo frenético, a dança recomeçou suave e lenta, como um exercício de aquecimento, e acelerou gradativamente até atingir o ritmo selvagem e inebriante. E mais uma vez dançaram até não poder mais e de novo deixaram-se cair no chão. Retratados pelos céus, numa fusão de deus e deusa, radiante.

Nenhum comentário: