Cansei de fábula
Agora conto
Afronto a fórmula
Remonto;
Que seja lúbrico, que seja fato
Que tenha lírico, que tenha ato
Cansei de erro
Agora acerto
Encerro e subverto
Conserto;
O que presta eu guardo
O que não presta me desfaço
Cansei de guerra
Agora paz
Enterra o falaz
Soterra;
A tristeza no esquecimento
O desprezo no pensamento
Cansei de prisão
Agora liberdade
festeja o coração
Realidade;
Faço o que quero
E quando quero faço
Nenhum comentário:
Postar um comentário