Estou precisando de um sono reparador. Às vezes parece que enveredei pela via-crúcis, sibilando seco e falso “tudo bem”. De estômago embrulhado, tropeçando nos astros, precisando tomar um antiácido. Sobre meus prados apenas espinhos, um jardim pagão, daninho. Que se dane!
Adormecida e desperta tateando no escuro, escorreguei como uma enguia pelos lençóis do horto. Girei o corpo vago e lume no acúleo de perfume. Sonhando com o corpo em queda na direção da labareda. Sobre meus pensamentos um conto, afã, sem contraponto. Então pronto!
Tem dias que me sinto mais acesa do que uma coruja!
Nenhum comentário:
Postar um comentário