
Num foco nem sempre visível paro no tempo a observar. Diferente da rotina este é com lágrima no olhar. Geralmente em horas que o coração resolve me apertar, eu consigo fingir a dor que não quer calar. Sou assim do tipo que reflito na solidão, no silêncio do meu mundo, a qualquer hora em qualquer lugar, seguindo a torto e a direita sem meus passos tracejar. Mas agora o que eu quero é cantar e esperar o dia da maior festa profana chegar...
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