Petit Menu
É preciso manter-se de sobreaviso com a moderna escolha de escrever numa página em branco. Porque pode ser lida como delivery. O consumo efêmero denomina fast-food, um estilo de vida que oferta o amor e o sexo como objetos da vitrine chamada “fastio de sensibilidade”. E eu, que acredito no romântico regozijo ato de folhear um saboroso cardápio escolhendo minuciosamente uma slow-food for a long time... Às vezes acabo alimentando a tentação. Oi?
Tudo bem! A individualidade faz parte da natureza humana e muitas vezes mascarada. Não se trata de apontar os erros como imposição de um rótulo social. Seria muita hipocrisia da minha parte negar que não tenho coragem de fugir à regra. Nada justifica e tudo justifica. Depende de que lado você está. Tudo o que acontece em nossa vida é fruto de nossas escolhas e não estou aqui para sentenciar a fome de cada um. Afinal viver é uma motivação de amor e eu dou corda para se enforcar! Então vamos ao ápice...
Desenvolver-se livremente é enriquecer seu vocabulário (faça uso do lema "Vodka – Connecting People”), refinar seu conhecimento (aumente sua network), definir gostos (Single Card tem mais vantagens) e o mais importante, tudo, para seu próprio crescimento sem subterfúgios e arrodeios. Inerente com a sua verdade! Preencher aquele tempo vazio é conspirar casualmente a favor de várias gargalhadas experientes. Abrindo um leque de opções.
Se alimente do saudável. Escolha o Disk Cook!
Tem mulher quem pode, já dizia minha mãe.
Quando nasci fui o único baby do sexo feminino no berçário da maternidade do Hospital Santa Joana. Poderia até fazer uma analogia ao sexismo e dizer: Bendita sois, entre os homens. Por falar nisso, o que seria mesmo feminismo? O hiperônimo do machismo, chauvinismo ou misoginia? Muito peculiar essa forma de pensamento. Como o de “linkar” cavalheirismo ao próprio machismo.
Ser feminista é muito mais além. Não está numa questão regional ou comportamental, de raças ou classes. É uma conscientização ligada a padrões sociais, culturais, políticos e econômicos. Graças a esse tal “feminismo”, que nós mulheres podemos recusar o sexo com o marido. O resgaste de uma indentidade humana as mulheres se deu dessa conquista contra o sistema. E vale lembrar que nas civilizações antigas a mulher é o símbolo fundamental de sabedoria espiritual, fertilidade, vida e força.
A revolução moral da mulher é histórica e atual. Sim! A mulher é um sexo frágil e não deixará de ser. Mas uma mulher é um ser-humano e nas questões de cidadania todos tem o direito de ir e vir. Portanto o respeito é à base desse pensamento e não o gênero. A busca por essa questão de valores é voltada contra a estrutura patriarcal que domina culturalmente em todo o mundo. Segundo Martin Luther King, "Uma injustiça em algum lugar é uma injustiça em todo lugar".
O reflexo dessa cultura patriarca é unissex. Homens e mulheres sofrem agressões domésticas. A mulher conquistou uma lei penal, o homem vai demorar a conquistar. Por quê? Porque a sociedade é machista. A mulher tem vergonha de ir à delegacia para preservar o que aprendeu com seus avós: o lar, o marido. Já o homem tem vergonha de dizer que apanhou de uma mulher, porque os homens foram criados nesse conceito para engolir o choro.
É nesse contexto que os homens podem trair e as mulheres não. São desmoralizadas e eles são apenas garanhões. Na consequência disso mulheres casadas são contaminadas por doenças sexualmente transmissíveis através de seus maridos. O desequilibrio dessa sociedade é grave. Os homens largam os estudos para sustentar a casa, as mulheres pensam no casamento para ser dona do lar. A mulher tem prioridade na guarda dos filhos. E se o pai daquele filho for o chamado “PÃE”? Infelizmente essas questões são espelhos do nosso dia-a-dia.
O reconhecimento desses fatores é a busca do feminismo que muitos hoje em dia tentam titular de outra forma. Como “sexismo benevolente”, “mulherismo”, “movimento feminista radical”. O feminismo existe desde que a primeira mulher entendeu seu sofrimento, desde a primeira negra que foi estuprada pelo senhor feudal, desde a primeira mulher que não teve direito de liberdade. Devido à evolução humana que alguns tomaram conhecimento e que muitas mulheres como Berta Lutz, Ângela Diniz, Olympe de Gouges, Etta Palm e a destemida Théroigne de Méricourt, marcaram a revoluação dos sutiãs.
Ainda escuto de várias mulheres: EU NÃO SOU FEMINISTA, é assim mesmo em letras garrafais. Uma pena! Uma pena a influencia machista incubir essa ideologia fazendo com que tantas mulheres não entendam de sua história. Em 1911 a feminista Belén Sárraga escreveu isso aqui: “Diz-se com razão que a família é a base dos Estados. Tem estes de ser, portanto, o que a família é; a cultura, o valor moral, as tendências profundas e características da comunidade social. São outros tantos reflexos das qualidades e dos defeitos daquela unidade básica. Mas a família por sua vez tem um centro, uma célula, uma base insubstituível: a mulher-mãe. Portanto, os destinos do Estado repousam, em ultima análise, na educação da mulher, na mãe de família.” A partir desse principio que sonhos são vedados, estereotipados, caricaturados por medos e preconceitos.
O que todos precisam é de gentileza, do respeito mútuo. Daquele velho e habitual cavalheirismo para as devidas damas. O cavalheirismo não é machista por tratar uma mulher como um ser frágil. A mulher é deveras um sexo frágil e é papel do homem tratá-la com carinho e atenção. Assim sucessivamente. "Feminino são os trejeitos, características que criam para diferençar o que é da mulher, a chamada sutileza ou o que seja semelhante a isso." Veja bem! Cavalheiro é um homem de sentimentos e ações nobres. Que mulher não gosta de um galanteio? Palavra antiga, mas de significados imensuráveis; ações ou ditos de galante, atenções amorosas. O que deveria ser costumeiro no cotidiano de todos ao menos como significado de educação. Porque costume de casa vai à praça.
Ser feminista é muito mais além. Não está numa questão regional ou comportamental, de raças ou classes. É uma conscientização ligada a padrões sociais, culturais, políticos e econômicos. Graças a esse tal “feminismo”, que nós mulheres podemos recusar o sexo com o marido. O resgaste de uma indentidade humana as mulheres se deu dessa conquista contra o sistema. E vale lembrar que nas civilizações antigas a mulher é o símbolo fundamental de sabedoria espiritual, fertilidade, vida e força.
A revolução moral da mulher é histórica e atual. Sim! A mulher é um sexo frágil e não deixará de ser. Mas uma mulher é um ser-humano e nas questões de cidadania todos tem o direito de ir e vir. Portanto o respeito é à base desse pensamento e não o gênero. A busca por essa questão de valores é voltada contra a estrutura patriarcal que domina culturalmente em todo o mundo. Segundo Martin Luther King, "Uma injustiça em algum lugar é uma injustiça em todo lugar".
O reflexo dessa cultura patriarca é unissex. Homens e mulheres sofrem agressões domésticas. A mulher conquistou uma lei penal, o homem vai demorar a conquistar. Por quê? Porque a sociedade é machista. A mulher tem vergonha de ir à delegacia para preservar o que aprendeu com seus avós: o lar, o marido. Já o homem tem vergonha de dizer que apanhou de uma mulher, porque os homens foram criados nesse conceito para engolir o choro.
É nesse contexto que os homens podem trair e as mulheres não. São desmoralizadas e eles são apenas garanhões. Na consequência disso mulheres casadas são contaminadas por doenças sexualmente transmissíveis através de seus maridos. O desequilibrio dessa sociedade é grave. Os homens largam os estudos para sustentar a casa, as mulheres pensam no casamento para ser dona do lar. A mulher tem prioridade na guarda dos filhos. E se o pai daquele filho for o chamado “PÃE”? Infelizmente essas questões são espelhos do nosso dia-a-dia.
O reconhecimento desses fatores é a busca do feminismo que muitos hoje em dia tentam titular de outra forma. Como “sexismo benevolente”, “mulherismo”, “movimento feminista radical”. O feminismo existe desde que a primeira mulher entendeu seu sofrimento, desde a primeira negra que foi estuprada pelo senhor feudal, desde a primeira mulher que não teve direito de liberdade. Devido à evolução humana que alguns tomaram conhecimento e que muitas mulheres como Berta Lutz, Ângela Diniz, Olympe de Gouges, Etta Palm e a destemida Théroigne de Méricourt, marcaram a revoluação dos sutiãs.
Ainda escuto de várias mulheres: EU NÃO SOU FEMINISTA, é assim mesmo em letras garrafais. Uma pena! Uma pena a influencia machista incubir essa ideologia fazendo com que tantas mulheres não entendam de sua história. Em 1911 a feminista Belén Sárraga escreveu isso aqui: “Diz-se com razão que a família é a base dos Estados. Tem estes de ser, portanto, o que a família é; a cultura, o valor moral, as tendências profundas e características da comunidade social. São outros tantos reflexos das qualidades e dos defeitos daquela unidade básica. Mas a família por sua vez tem um centro, uma célula, uma base insubstituível: a mulher-mãe. Portanto, os destinos do Estado repousam, em ultima análise, na educação da mulher, na mãe de família.” A partir desse principio que sonhos são vedados, estereotipados, caricaturados por medos e preconceitos.
O que todos precisam é de gentileza, do respeito mútuo. Daquele velho e habitual cavalheirismo para as devidas damas. O cavalheirismo não é machista por tratar uma mulher como um ser frágil. A mulher é deveras um sexo frágil e é papel do homem tratá-la com carinho e atenção. Assim sucessivamente. "Feminino são os trejeitos, características que criam para diferençar o que é da mulher, a chamada sutileza ou o que seja semelhante a isso." Veja bem! Cavalheiro é um homem de sentimentos e ações nobres. Que mulher não gosta de um galanteio? Palavra antiga, mas de significados imensuráveis; ações ou ditos de galante, atenções amorosas. O que deveria ser costumeiro no cotidiano de todos ao menos como significado de educação. Porque costume de casa vai à praça.
Ser mulher é ser feminista. Homem, seja também.
Canto da alma
Por enquanto que as lágrimas são de vida, está tudo certo e belo. Não há choro apenas de tristeza. Choro é vida, é sentimento, é banho da alma. De dentro pra fora a partir do fora. Que seja um fora de amor, um fora de hora, um fora qualquer. Mas que seja dentro, que toque a pele, que estremeça o corpo, que faça lavar. Que seja sempre de viver e não se faça secar como a morte.
Calcule
No vazio se mortifica interrogações permeando a cegueira- Desistir ou permanecer?- Desnecessária é a busca por um gancho de afirmação que se desprende do momento e passa, apenas como ontem. E assim inspira, suspira e cala. Naquele frívolo instante de se sentir inerte no pretérito, o devaneio se faz em horas, redemoinhos. No círculo vicioso o tempo intensifica a indagação. Viver à queima roupa ou na frieza de um iglu? Afincar se prende ao fim, pulando o começo desfazendo-se do meio.
Visando a algum bem, diante o desafio dos excessos nos deparamos com um furacão de paradigmas como teoria X prática. Não é comum ouvirmos alguém pronunciar que vai “encher a cara” com moderação. A graça da tira evidencia o ridículo do apego incondicional ao meio-termo como uma equação. Não se trata de estar certo ou errado, e sim buscar uma medida para cada ação. Segundo Aristóteles, todos os excessos são considerados vícios. Excesso de coragem é a temeridade e falta de coragem é a covardia. É preciso buscar o equilíbrio, que é a virtude, da coragem em si mesmo.
Entre dois extremos no meio do caminho dos vícios, o sentimento. A paixão não se mantém morna. Ou ela é chama acesa, ou é frio que mata. Algo simples que causa coisas complexas como; loucura e lucidez, ciúme e cuidado, saudade e depressão, prazer e dor, alegria e tristeza. Entre outros fatores um leque de opções. Como dizia Da Vinci nada nos impede de pensar a respeito. Mas não demore à preencher os espaços que tem a vida toda pela frente, porque metade de você ainda tem muito que aprender. Enquanto houver motivo abra sua mente e coração!
Visando a algum bem, diante o desafio dos excessos nos deparamos com um furacão de paradigmas como teoria X prática. Não é comum ouvirmos alguém pronunciar que vai “encher a cara” com moderação. A graça da tira evidencia o ridículo do apego incondicional ao meio-termo como uma equação. Não se trata de estar certo ou errado, e sim buscar uma medida para cada ação. Segundo Aristóteles, todos os excessos são considerados vícios. Excesso de coragem é a temeridade e falta de coragem é a covardia. É preciso buscar o equilíbrio, que é a virtude, da coragem em si mesmo.
Entre dois extremos no meio do caminho dos vícios, o sentimento. A paixão não se mantém morna. Ou ela é chama acesa, ou é frio que mata. Algo simples que causa coisas complexas como; loucura e lucidez, ciúme e cuidado, saudade e depressão, prazer e dor, alegria e tristeza. Entre outros fatores um leque de opções. Como dizia Da Vinci nada nos impede de pensar a respeito. Mas não demore à preencher os espaços que tem a vida toda pela frente, porque metade de você ainda tem muito que aprender. Enquanto houver motivo abra sua mente e coração!
TROVA
Ando escrevendo recados
Em bilhetes secretos
Não enviados
Estou vestindo papel
Em bilhetes secretos
Não enviados
Estou vestindo papel
Em tom monódia
Com letras de bisel
Fechei os olhos do querer
Em portas despedidas
Um novo ar de renascer
Abri o horizonte da paz
Em cortinas de soberba
O adeus sagaz
Avante folhearei cartas debochadas de sorrir ao planear aspas...
Com letras de bisel
Fechei os olhos do querer
Em portas despedidas
Um novo ar de renascer
Abri o horizonte da paz
Em cortinas de soberba
O adeus sagaz
Avante folhearei cartas debochadas de sorrir ao planear aspas...
"Intensa"
Sou perfeccionista, me critico demais, preciso encontrar um meio-termo. Sou cabeça-dura, às vezes busco ser mais flexível. Queria falar mais dos defeitos,mas a gente se defende! Tenho um defeito qualidade que é ainda acreditar na poesia, no amor incondicional.
A humanidade foi muito para fora, para a imagem, para o superficial. Acredito que agora, estamos fazendo o caminho inverso em direção ao silêncio, da superfície para dentro de nós mesmos. Estamos voltando para as cavernas, que, metaforicamente são a nossa essência.
As pessoas devem fazer o que quer, quando se tem consciência. "Espiritualidade é consciência" . Quanto mais mergulhamos em nós mesmos, mais trabalhamos nosso espírito, ou seja , nossa essência. Não tenho religião nem freqüento igreja, apesar da minha formação religiosa ser católica. Minha religião é o amor. A consciência e o amor fazem uma pessoa religar-se ao todo, a Deus.
* Busco à profundidade e não à superfície!
A humanidade foi muito para fora, para a imagem, para o superficial. Acredito que agora, estamos fazendo o caminho inverso em direção ao silêncio, da superfície para dentro de nós mesmos. Estamos voltando para as cavernas, que, metaforicamente são a nossa essência.
As pessoas devem fazer o que quer, quando se tem consciência. "Espiritualidade é consciência" . Quanto mais mergulhamos em nós mesmos, mais trabalhamos nosso espírito, ou seja , nossa essência. Não tenho religião nem freqüento igreja, apesar da minha formação religiosa ser católica. Minha religião é o amor. A consciência e o amor fazem uma pessoa religar-se ao todo, a Deus.
* Busco à profundidade e não à superfície!
Lei Danielau
Sou composta de saideiras, não gosto de nada pela metade. Intensa e radical. Não compreendo as pessoas sem opinião que vive em cima do muro. Porque sou dessas que dou minha cara a tapa. Não nasci para mediar situações por um interesse qualquer, nem pra diplomacia. Sei ser cordial, mas não pise no meu calo sem pedir licença ou desculpa. Antes de qualquer coisa o respeito é a lei. Sou assim, me ame ou me odeie.
Assinar:
Postagens (Atom)

