A prática de me entender no meu próprio reflexo. Muitas vezes foi uma isca para me perder no desconhecido, embora tantas outras vezes com gostinho de apreciar o mistério. Resolvi adotar uma nova tática. Por me ver várias vezes na mesma situação. Arrisquei num súbito fogacho de liberdade e desvendei o meu interior, encontrando a paz. No olhar não mais aquele dia cinza, não mais aquele mórbido domingo, não mais aquela voz exaltada, não mais aquele apego constante. E a “metade” que nominei está contida particularmente. Porém unida a outra metade de mim. Numa fusão de aventura, experiência e deleite. Vejo-me por completa. Bem que a tentativa de fugir de algo que dominou o corpo, alma e coração tiveram força, mas fui preparada pelo sofrimento a me erguer e lutar a favor de meu sorriso. Minha nova mania!
O amor...
Visto como sentimento inefável
Nem sempre avassalador
Mas quase sempre sem explicação
Comporta chamas de uma paixão
Ainda assim é dito o rei
Um reinado egoísta
Onde cada um ocupa seu quadrado
Comandando um exército de sabedoria
Cavalgando no equilíbrio da impulsividade
Mesmo que complicado é um bem necessário.
Existem pessoas que o multiplicam
Outras subtraem
Alguns somam
Poucos aprendem a dividir
É um cálculo inexato
Exato quando não é de fato coroado.
Tão majestoso
Vestido de alegria
Faz saborear sem pressa um toque de cafuné
Soprando um aroma com cheiro de ternura
Nem sempre avassalador
Mas quase sempre sem explicação
Comporta chamas de uma paixão
Ainda assim é dito o rei
Um reinado egoísta
Onde cada um ocupa seu quadrado
Comandando um exército de sabedoria
Cavalgando no equilíbrio da impulsividade
Mesmo que complicado é um bem necessário.
Existem pessoas que o multiplicam
Outras subtraem
Alguns somam
Poucos aprendem a dividir
É um cálculo inexato
Exato quando não é de fato coroado.
Tão majestoso
Vestido de alegria
Faz saborear sem pressa um toque de cafuné
Soprando um aroma com cheiro de ternura
lo Evoé!
Os Mistérios Dionisíacos vez ou outra resolvem bater na minha porta da emoção. Com atribuições múltiplas uma mistura de ordem e caos. E a origem de renascer se faz presente quando coloco a capa de Dionísio. Abstraindo o subsolo como cenário do passado, afinal a primavera florir para todos. Assim festejo alegremente ao lado dos bondosos, preferências pelas noites invernais. Sendo a Força da Natureza, um duelo de luz e escuridão essencial para meu equilíbrio. Onde o misto dos prazeres se perde entre Dionísio e Baco. O excesso e lassidão caminham lado a lado. Porém, retirar dos excessos apenas vantagens motiva qualquer um a cair em tentação moderadamente por cada experiência.
•Coração e mente aberta!
Afirmação.
Não acredito que as pessoas mudem, mas não duvido que elas possam mudar coisas. Demasiadamente creio na evolução humana. De uma desprezível larva o bater das asas de uma borboleta.
Não acredito que no fim do poço há uma mola, mas que na escuridão existe uma luz. Precisamente uma forma de sair pela tangente. Como o desabrochar de um lírio puro e perfumado numa terra seca.
Não acredito na perfeição do ser humano, mas vejo como é perfeita a natureza. É indispensável viver sem reconhecer os erros e ressurgir dos tropeços com humildade. Alimentando a alma a cada começo.
Não acredito na burrice porque aprendi com os analfabetos o que o livro não soube ensinar. Evoluindo retirei lições das dores, de alguns espinhos muitas flores e assim sigo meu caminho.
Assinar:
Postagens (Atom)