Tão imenso
Invade o meu ser
Faz correr por entre veias veneno
Respirando- o como oxigênio
Coisa que não escolhi ter
"Fair Play"
Já andei na linha
Andei nas nuvens
Ao Deus dará
Ao pé da letra
Já chutei o balde
Enfiei o pé na jaca
Dei a volta por cima
Soltei a franga
Afã minha voz áspera ilustra a janela da alma!
Andei nas nuvens
Ao Deus dará
Ao pé da letra
Já chutei o balde
Enfiei o pé na jaca
Dei a volta por cima
Soltei a franga
Afã minha voz áspera ilustra a janela da alma!
"Dádiva!
O nascer do Sol derramou luz na janela da alma, aclarando os espíritos. Ilustrando a sombra de reflexo que subitamente pairou sobre eles. Num ritmo frenético, a dança recomeçou suave e lenta, como um exercício de aquecimento, e acelerou gradativamente até atingir o ritmo selvagem e inebriante. E mais uma vez dançaram até não poder mais e de novo deixaram-se cair no chão. Retratados pelos céus, numa fusão de deus e deusa, radiante.
" D-sandar"
Não me impressiono com falsos-românticos (as). Defino o ato de fingir; como covardia, covarde, que sedia a presa sem intenção, ao menos para garantir o desejo da carne, jogando o amor na mentira de suas promessas. Não me alimento de palavras... Dispenso esse jeitinho, sem jeito de se redimir.
* Tu sabes que sou a meta e eu sei que tu és o fim.
* Tu sabes que sou a meta e eu sei que tu és o fim.
DL Comics
Hoje
Meus pés se firmam na balbúrdia
Ontem
Fui alimento de uma ave rapina
Amanhã
Serei o elo da ordem e do caos
Meus pés se firmam na balbúrdia
Ontem
Fui alimento de uma ave rapina
Amanhã
Serei o elo da ordem e do caos
"Futrico"
Ôh senhora da malevolência
Com toda esta descarada lata
Aconselho-te os livros pela ignorância
Parece-me que toda esta confusão
Proferi comentários retrógrados
Que precede o suicídio do teu coração
What fuck are u doing here?
Com toda esta descarada lata
Aconselho-te os livros pela ignorância
Parece-me que toda esta confusão
Proferi comentários retrógrados
Que precede o suicídio do teu coração
What fuck are u doing here?
Escrito por: Nathália Andrade
Eu conheço um casal
Um tempo eles estão bem
Outro eles estão mal
Um ao outro fazendo queixa
Eles querem se afastar
Mas é que o amor não deixa
Passa uns tempos tudo bem
Ninguém vê reclamação
Depois chega o ciúme
Que é toda perdição
Aí começam outra vez
Brigarem no telefone
Amor demais é veneno
Tanto maltrata a mulher
Como machuca o homem
Um tempo eles estão bem
Outro eles estão mal
Um ao outro fazendo queixa
Eles querem se afastar
Mas é que o amor não deixa
Passa uns tempos tudo bem
Ninguém vê reclamação
Depois chega o ciúme
Que é toda perdição
Aí começam outra vez
Brigarem no telefone
Amor demais é veneno
Tanto maltrata a mulher
Como machuca o homem
Escrito por: Nathália Andrade
Vestida de vermelho
Caminhando na noite
Com as costas nuas
De costas pra lua
Decote provocante
Deixando à mostra
Seios voluptuosos
Com ajuda do vento
Minhas pernas torneadas
Desfilam
Aos olhares dos espectadores
Hipnotizados na dama de vermelho
Um verdadeiro pecado
Vista aos olhos destes animais
Sedentos de desejos
Caminhando na noite
Com as costas nuas
De costas pra lua
Decote provocante
Deixando à mostra
Seios voluptuosos
Com ajuda do vento
Minhas pernas torneadas
Desfilam
Aos olhares dos espectadores
Hipnotizados na dama de vermelho
Um verdadeiro pecado
Vista aos olhos destes animais
Sedentos de desejos
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