" Ególotra"

A gentileza é a arma da sedução
Que no ensejo pede paz como parte da canção
Conduzindo o verso do samba para quem tem firmeza no chão
Fazendo do desejo a batucada do coração

O ego anseia pelo culto do "EU" tentando monopolizar a atenção
Fazendo das opiniões alheias a prática da desconsideração
Neste caso a vaidade é o centro da razão
Vangloriando o sentimento demostrado num ato de presunção


A vontade das pessoas é a melhor das leis

“Desaire”

Artificial frivolidade insignificante de puã
Sem amor próprio, difícil de compreender
Na realidade nunca terá a desejada maçã
Garota de comédia está sempre a perder

Como Marimacho continua a mariolar como marionete
Pouca vergonha, resfolga e tenta vira-volta
Descansa teu papinho retórico, todo falsete
Como melinita difícil de desentoar sou risota

Sonhando e não sendo correspondida
Vive desrespeitando a galera com um papo banal
E eu aqui do lado a observar ela tão fingida
Vim pra baixar a bola dessa que se acha a tal

Comigo tuas palavras não podem
Tagarela pra mim é “Zémulher”
Não me venha com ameaças
Porque rebento tua farsa

Te mostro o que é mulher
Mas se queres paz terás uma irmã
Se queres guerra , não brigo por galã
Fico numa nota só, de você eu tenho dó