"Carnaval"

Maior festa profana
Mascara nos olhos o sentimento
Nas ladeiras, nas ruas, nas avenidas alegria pernambucana
Despedida no dia que pode se chamar cizento

Todos celebram a cidade veneziana
Os cantos do hístorico monumento
Mistura de geração e tribo humana
Onde representam um personagem no momento

Uma prévia festiva para os 4 dias da semana
Nos pés muitos desenvolvem talento
Emoção que faz curtir todos os rítmos de forma bacana
Música característica cultural que se desenvolve no instrumento

Feito de desfiles e fantasias é produto da sociedade vitoriana

"Desafio"

O registro da mente e o desejo fazendo fusão
Um passado sonhador que no presente recorda dor
E o futuro foge do real quando o pensador se perde na razão
As lágrimas deságua na face o orgulho do amor

É um jogo de limites, emotivo, que paralisa a atenção
E ida e volta sem controle, nem previsão
Caminho que decide o corpo, alma e coração
Mente ativa positiva o poder da visão

Erguer o ego no auto conhecimento despertando a inveja
Escudo defensor da naturalidade que é original
A bondade vem daqueles que não planeja
Vendo a luta do mal para conseguir o inalcançável ideal

O choro cala no suspiro para a gargalhada
Quando vivenciam seus próprios erros, sim é comédia
Dos que perdem tempo tentando anarquizar o desconhecido da jornada
E de longe silencio ao ver sua agonia, mas não entendo os atos da covardia