Já cansaram de olhar para o espelho e não encontrar o reflexo, né???
Mas vocês esqueceram de lembrar que meu brilho refleti apenas em mim... tentar ficar parecida comigo é fácil, mas minha essência será sempre minha. Então a figura original; nenhuma linha de menos, nenhum contorno diverso; sou eu mesmo. Vejo que vocês estão se sentindo bem!!! Mas, falta de estilo próprio significa incapacidade.Por isso que vocês não enxergam nada ao se olhar no espelho.Não precisa ser cópia de alguém para depois se amar.Porque nunca ninguém será igual ao outro.É ridículo ver isso... mas podem imitar meu cabelo, minhas roupas, minhas fotos, minhas frases, minha cor preferida... porque "EU", vocês nunca serão, muito menos terão o que é meu. Porque eu consigo as coisas naturalmente!!! Num primeiro nível, a reflexão sobre o espelho será sempre um questionamento do ego sobre si mesmo. Mas o espelho nunca responde, ou melhor nunca discorda, ao contrário, seu silêncio eternamente cúmplice se faz íntimo das mais desmesuradas comparações. Mesmo nas estórias onde o sósia se rebela contra o protagonista e adquire vontade própria, existe esta relação, pois o outro se revolta contra sua função original que é a de representar a forma no mundo dos reflexos, de duplicar o ego em uma imagem que possibilita o autoconhecimento
"Lembrar"
Sonhar e sentir um desejo supremo
Fugir do real prendendo um sentimento
Na mémoria um díluvio levado ao extremo
Do querer que se transforma em tormento
Esquecendo de cultivar flores
Imaginando profundo
Sem valorizar os amores
Que colhemos no mundo
Um fascínio provocado pelo ressentimento
Apavora o sentido do passado
Dando outro rumo àquele momento
Que um dia fôra estrelado
Ao redor escolhemos grandeza
Sentimental motivada pela reação
Prováveis de nossa natureza
Que reage com coração
Fugir do real prendendo um sentimento
Na mémoria um díluvio levado ao extremo
Do querer que se transforma em tormento
Esquecendo de cultivar flores
Imaginando profundo
Sem valorizar os amores
Que colhemos no mundo
Um fascínio provocado pelo ressentimento
Apavora o sentido do passado
Dando outro rumo àquele momento
Que um dia fôra estrelado
Ao redor escolhemos grandeza
Sentimental motivada pela reação
Prováveis de nossa natureza
Que reage com coração
"Nossa arte"
Perdemos a essência ao esquecer os sentidos do coração
Tentar buscar um nome e deixar o diferencial
Tateando o ego pedindo explicação
Ao fechar os olhos revelamos uma beleza especial
Semi-abertos-quase-fechados, tarjados pela percepção
Temos o poder de detalhar cada parte escultural
O vazio provocado pela dor vem mascarar o artísta
Num interstício de duas linguagens âmago
Na voz a esperança ao lembrar realista
O poder dos privilegiados pelo dom
Descrevendo o sentimento que palpita
Vemos lírios macerados de martírios amargo
Tentar buscar um nome e deixar o diferencial
Tateando o ego pedindo explicação
Ao fechar os olhos revelamos uma beleza especial
Semi-abertos-quase-fechados, tarjados pela percepção
Temos o poder de detalhar cada parte escultural
O vazio provocado pela dor vem mascarar o artísta
Num interstício de duas linguagens âmago
Na voz a esperança ao lembrar realista
O poder dos privilegiados pelo dom
Descrevendo o sentimento que palpita
Vemos lírios macerados de martírios amargo
" Aragem "
Não vejo mas sinto como o vento
Brisa quando forte arrepia a alma
Deixa sereno o entardecer e o anoitecer relento
No coração o orvalho que acalma
Estive tão perto e fui tão distante
Fugindo deixei metade de mim
Apagando o briho radiante
Do início pude enxergar o fim
Pensei no desejo naquele encejo
Me senti bem ao sonhar
No olhar perdi o pejo
Do momento que eu quis ficar
Busquei no horizonte aquele afago
Creditando em meus pensamentos o sublime
Acreditei esquecer do amargo
Por um momento gostei da solidão que deprime
Brisa quando forte arrepia a alma
Deixa sereno o entardecer e o anoitecer relento
No coração o orvalho que acalma
Estive tão perto e fui tão distante
Fugindo deixei metade de mim
Apagando o briho radiante
Do início pude enxergar o fim
Pensei no desejo naquele encejo
Me senti bem ao sonhar
No olhar perdi o pejo
Do momento que eu quis ficar
Busquei no horizonte aquele afago
Creditando em meus pensamentos o sublime
Acreditei esquecer do amargo
Por um momento gostei da solidão que deprime
"Escudo"
Vocês querem ver a destruição
Se sentem bem ao ver o mal
Mas eu protejo meu coração
Fingido ser normal
Em vocês a escuridão é fria
Ao contrário do meu colorido que irradia
Nada vazio me arrepia
A cada dia tenho mais energia
Observando o lado de vocês sombrio
Que encenam da boca pra fora votos de paz
Eu busco a sabedoria e de vocês eu me distancio
De forma gentil na ironia eu sou sagaz
Continuem vibrando na podreira desse lado de lá
Urubuzando em seus pensamentos fétidos a crueldade
Porque comigo carrego bondade
Suas palavras é vulgaridade que não vulnifica o lado de cá
Se sentem bem ao ver o mal
Mas eu protejo meu coração
Fingido ser normal
Em vocês a escuridão é fria
Ao contrário do meu colorido que irradia
Nada vazio me arrepia
A cada dia tenho mais energia
Observando o lado de vocês sombrio
Que encenam da boca pra fora votos de paz
Eu busco a sabedoria e de vocês eu me distancio
De forma gentil na ironia eu sou sagaz
Continuem vibrando na podreira desse lado de lá
Urubuzando em seus pensamentos fétidos a crueldade
Porque comigo carrego bondade
Suas palavras é vulgaridade que não vulnifica o lado de cá
Coisas da vida
Na noite de discórdia, uma madrugada cúmplíce da manhã casquinada, uniram à felicidade e o amor.
As palavras fizeram mérito no ato lascivo, onde selou à paz.
Desde então a sensatez não soube conter a lembrança nostálgica e ao mesmo tempo suave daquele ósculo.
Os olhares desarmados sempre contemplaram de forma afável o acordar na aurora, como também o fascínio lunar, em que adormecem.
Os corpos dançam um balé lúbrico que os entorpecem de sensibilidade.
As palavras revelam no mesmo rítmo, o belo, o sublime, o aprazível...
A união desvendou os comentícios, fez flutuar a razão, dona da situação é a emoção.
E a rima, benvinda no jogo da sedução faz com que a melodia siga e repita a voz que grita...
Enérgico, agudo, valente é o poder da atenção.
Sem alcance de limite, atinge o coração...
Enlaçando as mãos, cheio de feição desvairando o pensamento
Vestido de feitio vem felicitar a vida
Promete ser infinita na canção
Explica que não é sublime, aflita
Diz no acalento, veraz e pleno
O momento transborda dedicação...
Num súbito confuso entregamos os sonhos
Arriscando, sem medo do perigo, sem pensar na ilusão
E hoje de bem com tudo, faz do acaso o começo da história
Nossa...
O rosto afirma a alegria que saltita
Salve o fortificante, resplandescente
Nosso... AMOR!!!
As palavras fizeram mérito no ato lascivo, onde selou à paz.
Desde então a sensatez não soube conter a lembrança nostálgica e ao mesmo tempo suave daquele ósculo.
Os olhares desarmados sempre contemplaram de forma afável o acordar na aurora, como também o fascínio lunar, em que adormecem.
Os corpos dançam um balé lúbrico que os entorpecem de sensibilidade.
As palavras revelam no mesmo rítmo, o belo, o sublime, o aprazível...
A união desvendou os comentícios, fez flutuar a razão, dona da situação é a emoção.
E a rima, benvinda no jogo da sedução faz com que a melodia siga e repita a voz que grita...
Enérgico, agudo, valente é o poder da atenção.
Sem alcance de limite, atinge o coração...
Enlaçando as mãos, cheio de feição desvairando o pensamento
Vestido de feitio vem felicitar a vida
Promete ser infinita na canção
Explica que não é sublime, aflita
Diz no acalento, veraz e pleno
O momento transborda dedicação...
Num súbito confuso entregamos os sonhos
Arriscando, sem medo do perigo, sem pensar na ilusão
E hoje de bem com tudo, faz do acaso o começo da história
Nossa...
O rosto afirma a alegria que saltita
Salve o fortificante, resplandescente
Nosso... AMOR!!!
"Em vão"
Entendo a obsessão dessa disputa sem noção
Se não tens capacidade de seguir em frente
Veja minha capa da razão
Abre os olhos e enxerga o que te pertence
Eu tenho o poder da união
Continue a rastejar como uma serpente
Jogo com a verdadeira intenção
Esperança é a tua cor amarela
Quando se trata da minha emoção
Esquece o passado, deixa de "sequela"
Eu carrego no peito dedicação
Parada estarás vivendo uma novela
Não sei porque insiste em chamar minha atenção
Isso só vai te aborrecer
Tens o desprezo do meu coração
O que desejas não vai acontecer
Você pra mim é uma alienação
Eu zelo meu querer e tenho proceder
Se não tens capacidade de seguir em frente
Veja minha capa da razão
Abre os olhos e enxerga o que te pertence
Eu tenho o poder da união
Continue a rastejar como uma serpente
Jogo com a verdadeira intenção
Esperança é a tua cor amarela
Quando se trata da minha emoção
Esquece o passado, deixa de "sequela"
Eu carrego no peito dedicação
Parada estarás vivendo uma novela
Não sei porque insiste em chamar minha atenção
Isso só vai te aborrecer
Tens o desprezo do meu coração
O que desejas não vai acontecer
Você pra mim é uma alienação
Eu zelo meu querer e tenho proceder
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